MS recebe novo lote de AstraZeneca; vacina estava em falta em 11 municípios

Depois de quase duas semanas sem receber novos lotes de AstraZeneca, desembarcaram 30.250 mil doses da vacina, ontem, quinta-feira (16) em Campo Grande.

O governo do estado chegou a anunciar a intercambialidade de vacinas para quem estava com a segunda dose de AstraZeneca atrasada. A medida vai continuar valendo.

O carregamento da AstraZeneca chegou às 13h55m, o Estado também recebeu 37.440 mil doses de Pfizer. Somando, são 67.690 novas doses para Mato Grosso do Sul.

Intercambialidade

 

Nesta semana, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) autorizou os municípios a realizarem a chamada “intercambialidade” de vacinas contra a Covid.

A medida foi publicada na terça-feira (14), depois que o País começou a sofrer com a falta de AstraZeneca. Só no Estado, eram pelo menos 11 cidades sem a vacina para aplicar a segunda dose em quem já tomou a primeira de AstraZeneca.

Estavam sem doses as cidades de Anastácio, Aquidauana, Costa Rica, Coxim, Dourados, Eldorado, Ladário, Mundo Novo, Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas.

Em Campo Grande, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) chegou a dizer que não faria a intercambialidade por enquanto porque as doses disponíveis de AstraZeneca são suficientes para dar andamento ao calendário.

Como vai funcionar

 

Quem tomou a primeira dose da AstraZeneca ou da CoronaVac poderá receber a segunda dose com a vacina da Pfizer, desde que respeitados os prazos definidos entre as aplicações.

A justificativa para a aprovação da intercambialidade foi para não atrasar o calendário vacinal. Isso porque foram quase duas semanas sem envio de AstraZeneca aos Estados devido à falta de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para produção de doses pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Mato Grosso do Sul é o estado que mais vacinou a população no País. Aqui, 93,59% da população adulta vacinável maior de 18 anos recebeu primeira do imunizante e 67,79% foram imunizados com a segunda dose.

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Secretaria de Estado de Saúde mantém vacinação de adolescentes no MS

A Secretaria de Estado de Saúde informa que está mantida a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com o imunizante da Pfizer.

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, destacou que há grande adesão dos adolescentes na campanha de imunização e que não foi registrado efeito adverso grave nos adolescentes que tomaram a vacina no Estado. “Tranquilizamos todas as famílias neste momento. Se seu filho tomou a vacina, fiquem tranquilos. Se ainda não tomou, podem faze-lo”, completou.

A vacinação para este público foi tomada com base em evidências cientificas, por esta razão, a Secretaria de Estado de Saúde mantém a vacinação para este público em Mato Grosso do Sul.

O Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), já adotou medidas junto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), solicitando informações a respeito do posicionamento da mesma, em relação a nota informativa Nº 1/2021-SECOVID/GAB/SECOVID/MS, emitida de forma unilateral pelo Ministério da Saúde, em 15 de setembro.

A Secretaria de Estado de Saúde reitera que não há registro de caso de efeito adverso da vacina em adolescentes em Mato Grosso do Sul e reforça que pais ou responsáveis continuem vacinados os adolescentes com ou sem comorbidades, até que o esquema vacinal seja completado.

A Secretaria de Estado de Saúde destaca que caso surjam novas informações sobre a vacinação de adolescentes, o assunto será amplamente divulgado a toda população sul-mato-grossense.

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Governo Federal cria programa para melhorar qualidade das águas dos rios

Foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17) a Portaria 439/21, do Ministério do Meio Ambiente, que cria o Programa Rios + Limpos, último eixo da Agenda Ambiental Urbana. A partir da disponibilização de dados sobre a qualidade das águas e efluentes em uma plataforma digital, o objetivo do programa é contribuir para a melhoria da gestão de efluentes e saneamento básico em todo o país.Governo Federal cria programa para melhorar qualidade das águas dos riosGoverno Federal cria programa para melhorar qualidade das águas dos rios

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, que lançou a iniciativa ontem no Mato Grosso, esse sistema vai oferecer mais transparência para os usuários e gerar incentivo a melhorias operacionais, além de aprimorar a orientação de ações de fiscalização pelos órgãos ambientais e agências reguladoras, com instrumentos para verificação das metas de desempenho.

A iniciativa vai permitir ações de despoluição dos rios, incentivar a limpeza e coleta de lixo em rios, lagos, lagoas e praias fluviais, além da implementação de sistemas de tratamento descentralizado de efluentes em áreas não atendidas pelos sistemas tradicionais, bem como a promoção de projetos que visem o reuso de efluentes no país.

Ainda segundo o MMA, a plataforma para informatização dos dados de saneamento, inserida entre as ações do Marco Legal do Saneamento Básico, permitirá uma regulação mais robusta e fiscalização mais ágil e, com isso, melhores serviços prestados aos cidadãos. O novo Marco do Saneamento prevê atração de investimentos de R$ 700 bilhões e geração de mais de 700 mil postos de trabalho.

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Governo de MS estuda volta às aulas 100% presenciais no mês que vem

Mato Grosso do Sul estuda já para o próximo mês, outubro, a retomada de 100% das aulas presenciais em toda a rede estadual de ensino. A análise é feita pela SED (Secretaria de Estado de Educação) e pelo grupo gestor do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia). O resultado deve sair em breve.

Conforme informação repassada pela assessoria de imprensa da pasta de Educação, a proposta foi feita pela própria chefe da secretaria, Maria Cecilia Amêndola Motta, que também faz parte da gestão do Prosseguir.

Devem ser reanalisados os dados da imunização contra a covid-19 no Estado e definidos novos critérios para que se consiga esse retorno. “É uma questão de bandeira. É nisso que a gente se pauta”, explica a comunicação da SED.

No caso, é necessário que haja melhora nos índices e passagem para bandeiras que representem menor nível de gravidade para que o fim do escalonamento e retorno das aulas totalmente presenciais sejam confirmadas. Minuta definida pela própria SED impõe retorno das aulas quando se chegar à bandeira amarela.

Hoje, a REE (Rede Estadual de Educação) funciona com aulas escalonadas, ou seja, de forma semipresencial, revezando as datas em que as turmas vão para a escola. Ao todo, mais de 200 mil alunos estão matriculados nas escolas estaduais sul-mato-grossenses, que atendem o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.

Retorno antecipado – Na avaliação do presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), o retorno já em outubro pode ser visto como uma antecipação, mesmo que a vacinação tenha avançado e os números da covid-19 estejam em plena redução em todo o Estado.

“A categoria não foi notificada sobre nada. Ela [Maria Cecilia] não conversou com a gente, mas evidente que conforme melhore as bandeiras, as aulas presenciais são ampliadas. Porém, é preciso avaliar melhor, pois há muitas cidades, grandes, em bandeira vermelha ainda”, comenta Jaime Teixeira.

O sindicalista ainda afirma que é preciso analisar os protocolos sanitários, que estão funcionando bem atualmente, mas sem o escalonamento podem surgir problemas. “Com salas mais cheias, e em muitas escolas essas salas são pequenas, não se conseguir cumprir o distanciamento mínimo”, frisa.

Para Jaime, o melhor a se fazer no momento seria seguir com o escalonamento até o fim do ano e, em 2022, voltar ao ensino totalmente presencial. “Falta só um bimestre para encerrar o ano, então seria melhor ficar para 2022 esse retorno, acredito. Mas como até agora não nos foi passado nada, fica difícil falar”.

A reportagem tentou contato com Maria Cecilia para detalhar a situação, mas ela participa de evento em Ponta Porã e não pôde atender as ligações. A ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública) também foi procurada para comentar a situação, mas não houve êxito até então.

Bandeiras – As bandeiras do Prosseguir estão divididas em cores, variando entre a verde, que indica risco baixo de contágios, e a cinza, que indica risco extremo. O amarelo indica grau tolerável, enquanto o risco médio e o alto são, respectivamente, representados pelas bandeiras laranja e vermelha.

Atualmente, Mato Grosso do Sul não conta com nenhuma cidade em grau verde nem em grau cinza, enquanto a bandeira vermelha está presente em apenas 16 das 79 cidades do Estado – entre elas Campo Grande, Dourados, Naviraí e Ponta Porã.

Já a bandeira laranja opera em 33 municípios – alguns deles são Aquidauana, Coxim e Paranaíba. Por fim, o grau tolerável, indicado pelo amarelo, é registrado em cidades como Corumbá, Sidrolândia, Porto Murtinho e Rio Brilhante.

Os indicadores constam no mapa situacional da 35ª semana epidemiológica deste ano, com recomendações válida até a próxima quarta-feira (22). A partir de então, novas recomendações são feitas para as prefeituras.

 

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Estado recebe hoje mais 67,6 mil doses da Pfizer e Astrazeneca

Mato Grosso do Sul recebe nesta quinta-feira (16), mais 67.690 doses de vacina contra a covid.

O primeiro carregamento desembarcou no início da manhã, no Aeroporto Internacional de Campo Grande, com 37.440 doses de Pfizer. Ainda hoje, chegam mais 30.250 doses de Astrazeneca.

Desembarcaram na Capital na noite de quinta-feira, outras 17.550 doses de Pfizer, que somadas, chegam a 85.240 doses recebidas em dois dias.

De acordo com a SES (Secretaria Estadual de Saúde), todas as doses serão distribuídas na sexta-feira, no prédio da Ceve (Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica), para os municípios.

Desde o início da campanha de imunização, o Estado já aplicou mais de 3,3 milhões de doses e 51,09% da população estão com o ciclo vacinal completo.

Levantamento divulgado pelo Campo Grande News na quarta-feira, aponta que o Estado ainda precisa vacinar 133 mil pessoas acima dos 18 anos para atingir a marca de 100% de adultos vacinados com pelo menos uma dose. A previsão é que a meta seja atingida em um mês.

 

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Campanha alerta que família tem palavra final na doação de órgãos

O Instituto Brasileiro do Fígado (Ibrafig) e a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) são parceiros na campanha “Seja Doador de Órgãos e Avise sua Família”, lançada por ocasião do Setembro Verde, para conscientização da população sobre a importância da doação. A ação tem como objetivo alertar que a família tem a palavra final sobre a doação de órgãos. A iniciativa conta ainda com parceria da Sociedade Brasileira de Hepatologia, além de várias organizações não governamentais (ONGs).

De acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), 1.126 pessoas estão na fila de espera por um transplante de fígado e mais de 45 mil pessoas aguardam por um transplante de órgãos sólidos e de tecidos.

O hepatologista Paulo Bittencourt, presidente do Ibrafig, destacou que cada doação feita pode salvar a vida de oito pessoas, a partir de um único doador. Lembrou, entretanto, que durante os quase dois anos de pandemia de covid-19, o número de doações por milhão de habitantes caiu para valores bem abaixo da meta necessária para reduzir a morbimortalidade das pessoas em fila de espera para transplantes. Por isso, afirmou que a campanha é urgente. “Sem o consentimento da família, não há doação, mesmo que a intenção do possível doador seja conhecida de todo o seu entorno”.

Abordagem

A opinião foi compartilhada pelo nefrologista Alexandre Tortoza Bignelli, coordenador do Serviço de Transplantes Renais do Hospital Universitário Cajuru (HUC), localizado em Curitiba e considerado referência em transplante de rins. Bignelli afirmou à Agência Brasil que, na hora da captação, a abordagem deve ser feita com a família da pessoa que desejava doar, “porque essa pessoa está em morte cerebral e é a família que vai dar a última palavra”. Lembrou que, em vida, a pessoa pode ser doadora de órgãos, mas, se estiver em morte cerebral, não é ela que vai decidir, mas a família. “Se a família pensa diferente, não sai a captação. É importante ter essa conscientização”.

Outra coisa que se deve ter em foco é que a lista de espera é justa, destacou o nefrologista. “A distribuição de órgãos se faz por critérios de gravidade, como é o caso do fígado ou coração, ou por critério de compatibilidade, ou genética (tipo de sangue). O órgão vai ser distribuído com equidade entre a população. Não tem ninguém que seja favorecido na lista, à exceção das crianças e jovens até 18 anos. Nessa faixa de idade, as crianças são priorizadas”. Isso não significa, porém, que não exista criança em lista de espera, disse Bignelli. Se houvesse maior captação, comentou, “essas crianças teriam mais chance de sair da lista”.

Pesquisa

A pesquisa Doação de Órgãos foi encomendada pelo Ibrafig, entre os dias 2 e 7 de agosto passado, ao Instituto Datafolha e ouviu 1.976 pessoas com 18 anos ou mais, moradoras em 129 municípios e pertencentes a todas as classes econômicas. O levantamento revelou que sete em cada dez brasileiros gostariam de ser doadores de órgãos ao morrer. Entretanto, cerca de metade desses potenciais doadores (46%) não informou à família sobre o seu desejo.

A sondagem mostrou ainda que a intenção de doação de órgãos diminui com a idade, sendo de 79% entre os entrevistados de 18 a 24 anos, e de 55% entre pessoas com 60 anos ou mais. O desejo de doar aumenta com a escolaridade. Alcança 56% entre pessoas com ensino fundamental, contra 79% dos brasileiros com ensino superior. A renda é outro fator que contribui para a maior intenção de doar: 55% nas classes D e E e 78%, nas classes A e B.

De todos os entrevistados, 30% declararam não querer doar seus órgãos ao morrer. Dezesseis por cento alegaram desejo de continuar inteiros ou não serem manipulados após a morte, 13% apresentaram motivos religiosos, 11% mostraram falta de vontade ou de interesse em doar, 9% citaram doenças pré-existentes.

Retrocesso

O Registro Brasileiro de Transplantes Janeiro-Julho 2021, editado pela ABTO, indica que o agravamento da pandemia de covid-19 em todo o país aumentou a queda nas taxas de doação e de transplante, retrocedendo a números de 2014 nas taxas de doação em geral; até 2012, nas taxas de transplante de fígado e coração, até 2011, nos transplantes de pulmão e até 2003, na taxa de transplante renal.

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Quarta-feira tem mais 237 novos casos de covid e mais 7 óbitos no Estado

Nesta quarta-feira (15), o Boletim Epidemiológico traz os números atualizados da situação da pandemia de coronavírus em Mato Grosso do Sul. Através de lives a SES (Secretaria Estadual de Saúde) tem enfatizado os marcadores que norteiam as condições sanitárias.

O destaque da transmissão desta quarta, evidenciado pelo Secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende é quantitativo de doses de vacinas disponíveis no Mato Grosso do Sul, que pela primeira vez em oito meses totalizam quase 400 mil doses acumulados. “Temos doses disponíveis para idosos a cima de 60 anos que precisam tomar a dose reforço, imunossuprimidos a partir de 18 anos, para segunda dose da população conforme calendário e, primeira dose de adolescentes”, frisou Resende.

Dados atualizados

Pode ser uma imagem de texto que diz "BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO MATO GROSSO DO SUL 15 SETEMBRO MSGOV CASOS CONFIRMADOS 371.282 CASOS NOVOS DO DIA 237 INTERNADOS 159 ISOLAMENTO DOMICILIAR 1.093 LEITOS UTI 96 RECUPERADOS 360.546 LEITOS CLÍNICOS 63 PÚBLICO 51 TAXASD OCUPAÇÃO ADULTO:10% PEDIÁTRICO: 15% PRIVADO 12 ÓBITOS 9.484 PÚBLICO 84 OCUPAÇÃO DELEITO ADULTO:3 30% PEDIATRICO: 60% PRIVADO 12"

A atualização dos dados apresenta hoje 237 novos casos de covid, número maior quando comparado com ontem (14), totalizando 371.282 mil desde o início da pandemia, com média móvel de 134,4, sendo que 165 residem em Campo Grande.

Já os óbitos contabilizados nas últimas 24 horas são sete, com cinco na Capital, um em Anastácio e um em Nioaque, consolidando 9.484 mil vidas perdidas até o momento. A média móvel é de 6,4 nos últimos sete dias, tendo a taxa de letalidade de 2,6.

Pode ser uma imagem de texto que diz "BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO MATO GROSSO DO SUL 15 SETEMBRO MSGOV NOVOS CASOS 237 NOVOS ÓBITOS 7 CASOS NOTIFICADOS 1.046.216 CASOS DESCARTADOS 673.888 AMOSTRAS EM 158 ANÁLISE LACEN CONFIRMADOS 371.282 Existem 888 casos sem encerramento que aguardam a atualização dos Municípios. RECUPERADOS 360.546 ÃBITOS 9.484"

Os hospitais seguem desafogando, registrando queda em número de pacientes internados devido ao vírus, nesta quarta são 159 em sua totalidade, com 63 e leitos clínicos e 96 em UTIs (Unidade de Terapia Intensiva)

Apesar da queda da quantidade de pessoas que necessitam de hospitalização, as filhas de espera ainda são existentes. Conforme Central de Regulação, Campo Grande tem três pessoas e Dourados mais três. Já a taxa de ocupação de leitos na Capital é de 50%, em Dourados 60%, Três Lagoas 44% e Corumbá 59%.

 

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Queda de avião em Campo Grande a chegar de novas doses da Pfizer

A chegada de mais uma remessa da Pfizer, em Campo Grande, foi suspensa devido à queda de uma aeronave militar, nesta segunda-feira (13).

O desvio foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Agora, o órgão aguarda informações do Ministério da Saúde para estabelecer uma nova data de envio.

Estava previsto a chegada de 87.750 doses da Pfizer. Com isso, a Secretaria ia distribuir as vacinas na manhã de terça-feira (14).  

Conforme informado pela Infraero, por conta da queda do avião, uma pista do Aeroporto Internacional de Campo Grande ficou interditada entre 11h37min e 13h59min.

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Com isso, alguns voos retornaram, um deles do LA 3271, que chegaria às 13h15min, com como vacinas contra um Covid-19.

A interdição foi necessária em função do deslocamento de carros de combate a incêndio para socorrer o acidente. Dessa forma, sem os caminhões de combate a incêndio, pousos e decolagens foram suspensos.

“No período em que o aeroporto esteve fechado, uma aeronave realizando voo comercial, que pousaria em Campo Grande retornou para a origem, em São Paulo e outra, da aviação geral, alternou para o Aeroporto Santa Maria / MS”, diz parte da nota “

ACIDENTE

Aeronave militar, modelo Super Tucano A-29, caiu no início da tarde desta segunda-feira (13), em Campo Grande. O acidente aconteceu entre a saída rotatória para Sidrolândia e o Indubrasil, em uma área com o acesso um pouco dificultado.

Conforme informações, a aeronave estava realizando treinamento na região.

O piloto conseguiu ejetar-se e sofreu apenas escoriações, sendo socorrido pela equipe do Corpo de Bombeiros.

A queda ocorrida devido à falha técnica na aeronave. Com isso, uma aeronave foi direcionada a uma região desabitada, onde colidiu com o solo.

A ocorrência será investigada pelo Comando da Aeronáutica.

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Com 33% das UTIs ocupadas, MS confirma 5 mortes por covid nesta segunda-feira

Mato Grosso do Sul, em boletim epidemiológico publicado nesta segunda-feira (13), registrou cinco mortes por covid-19, além de 155 casos de coronavírus.

A média estadual de ocupação dos leitos de terapia intensiva para adultos, vinculados ao SUS (Sistema Único de Saúde), é de 33%. Ainda assim, pacientes têm esperado na fila para serem encaminhados a uma UTI. Em todas as centrais de regulação de MS, há sete pessoas.

O Estado confirmou o óbito de uma criança, de seis anos, pela covid. Além disso, registrou-se mortes em Campo Grande (2), Cassilândia e São Gabriel do Oeste. Em geral, a faixa etária acima dos 60 anos representa cerca de 63% do total de vítimas em toda a pandemia.

Ao todo, cerca de três a cada quatro pessoas receberam uma dose de imunizante, enquanto quase metade da população de MS está vacinada com duas doses, ou dose única, que garantem maior eficácia contra casos graves.

Em coletiva, a secretária-adjunta de Saúde, Crhstinne Maymone, ressaltou a importância da adesão desses antígenos, bem como das medidas básicas de prevenção. “Você deve estar atento, significa uso adequado de máscara, nada de máscara abaixo do nariz, lavagem das mãos e distanciamento físico, de 1,5 metro, e evitar estar em locais onde tenham aglomerações”.

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Média móvel de casos de covid cai e é a menor desde maio de 2020

A média móvel de casos de covid-19 no Brasil voltou a cair, chegou a 15.571 nos últimos sete dias e atingiu o menor patamar desde o mês de maio de 2020, segundo levantamento do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) divulgado no domingo (12). O boletim deste domingo ainda registra 293 mortes e 10.615 novas casos da doença.

O país contabiliza 586.851 óbitos e 20.999.779 pessoas que já foram diagnosticadas com a doença. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná são os estados com o maior número de óbitos, respectivamente.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20,02 milhões de pessoas já se recuperaram da covid-19 no país.

Segundo o Conass, a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil é de 2,8% e a taxa de mortalidade por cada 100 mil habitantes é de 279,3. A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 460, o que representa um leve acréscimo dos últimos dias.

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