Suplementação na atividade física

Para quem pratica exercícios físicos de alta intensidade, como a musculação, o BCAA é uma das principais fontes de nitrogênio, pois ele é usado na síntese de glutamina e alanina. A primeira substância é uma das mais importantes para a prática de exercícios, justamente por modular a ativação de proteínas de estresse.

Além disso, a glutamina ajuda a garantir as funções do sistema imune e a combater elementos nocivos que são produzidos durante a atividade física. A função da alanina também é de extrema importância, pois oferece nutrientes para a via de síntese energética.

Com o BCAA, seu organismo funciona melhor, você garante mais energia para praticar suas séries de exercícios e evita a fadiga pós-treino, melhorando os seus resultados no ganho de massa muscular.

Uma das principais dúvidas é justamente se a quantidade de aminoácidos presentes no whey protein é suficiente. Entretanto, o percentual contido nesse suplemento ainda é baixo, especialmente para quem está focado na hipertrofia. Por isso, comprar o suplemento BCAA separadamente pode ser a melhor escolha para otimizar os resultados. O foco deve estar principalmente na proporção de cada um dos aminoácidos no produto. A quantidade de leucina sempre precisa ser maior que dos outros dois componentes, já que utilizada em maior quantidade pelo tecido muscular e ainda é a responsável pelo início do processo de síntese de proteínas musculares. Já a valina e a isoleucina são responsáveis pelo ganho na imunidade.

Você deve estar se perguntando “quanto devo tomar de BCAA para sentir seus benefícios?”. Essa pergunta deve ser respondida também com base na sua dieta, ou seja, nos alimentos que você ingere e na quantidade de nutrientes presentes neles. Do total de aminoácidos presentes na sua dieta, é importante ressaltar que pelo menos 30% deles devem ser de cadeia ramificada – 15% de leucina, 7,5% de isoleucina e 7,5% de valina. Dessa forma, você garante o aporte de que seu corpo precisa para que esses nutrientes atuem no ganho de massa magra e apresentem seus benefícios.

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Crianças felizes – Adultos saudáveis

A infância é um momento especial na vida de alguém. Um momento de descoberta, brincadeiras, maravilhar e se divertir no mundo, uma vez que a criança reconhece o mundo à sua volta.

Qual o melhor presente que podemos dar a uma criança? A resposta é simples: dar a ela o direito de ser criança deixando-a viver a fantasia, pois esta faz parte da estruturação da sua personalidade.

Existem vários estudos científicos que explicam diferentes fatores na infância que influenciam positivamente o crescimento e aumentam a probabilidade dos pequenos se tornarem adultos felizes. Em muitos destes estudos, o fator mais presente foi a socialização prazerosa da criança e do adolescente com os seus pais, família, professores, prática de atividades que permitam socializações prazerosas e, por fim, a forma como é tratada pela família e pela comunidade em geral onde está inserida.

Um estudo finlandês descobriu que crianças com “experiências psicossociais favoráveis” tem vantagens adicionais quando se tornam adultos. As crianças criadas em um lar amoroso que tiveram sempre alimentos mais saudáveis, fizeram amigos e aprenderam a controlar sua agressividade e impulsividade têm uma saúde cardiovascular melhor na fase adulta do que as crianças que tiveram carências nestas áreas.

Estas vantagens psicossociais resultaram em 14% mais de chances de a criança estar em peso normal quando adulto, 12% mais chances de ser um não-fumante e 11% mais chances de ter um nível de glicose saudável.

“Meus queridos pais, parem de comparar seus filhos com o que vocês eram na infância ou gostaria que eles fossem… não queiram encaixar seus filhos em “formas” quando na verdade não existem, respeitem a individualidade de cada um… auxiliem eles a serem AUTÊNTICOS – ÚNICOS.

Ouço muitos me falarem “seu filho é um terror” ou “ele é mal educado” ou “que falta de educação” e tanto mais…

Quero lhes dizer que somos os melhores pais que podemos ser, permitimos que nosso filho possa aproveitar e se identificar na infância dele…um dia isso vai passar e ele vai se tornar adulto, mas calma… hoje é uma criança, com descobertas, curiosidades e tudo novidade….

Gostaria que minha casa fosse “almofadada ” para que ele pudesse correr e se divertir à vontade sem riscos de se machucar… se colocamos limites? SIM, em tudo que for perigoso a ele e no que se torna necessário…

Por mais crianças felizes em casa e menos computadores, desenhos animados e celular!!”

Dar brinquedos, dinheiro, roupas, celulares, tabletes, dentre tantos outros bens materiais não suprem as reais necessidades que as crianças possuem. Os aparelhos tecnológicos são passageiros, mas as emoções não. Nossos sentimentos duram o tempo que vivemos!

As escolhas que os pais fazem tem um efeito duradouro sobre a saúde futura dos seus filhos, e a melhoria em qualquer uma destas coisas pode ter benefícios imensuráveis.

O que é vivido na infância, molda as características da personalidade do adulto!

 

 

 

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Os primeiros 365 dias mais preciosos e marcantes: ser mãe muda tudo!

Não existe nenhum ano mais transformador na vida de uma criança e de uma mãe do que o primeiro. Os primeiros 365 dias são preciosos e marcantes. É o ano do encontro, da construção do vínculo, da conexão. É lindo. É a vida começando como bebê e como mãe, porém é muito desafiador. Uma espécie de adaptação.

Para o bebê é o primeiro contato com o mundo, é experimentar a respiração. É conhecer o rosto daquela voz que ele ouvia do lado de dentro. É pela primeira vez sentir frio, dor e aconchego. O primeiro ano é sorrir e gargalhar pela primeira vez e chorar com frequência. É descobrir as mãos e os pezinhos. É ter o cérebro em constante desenvolvimento, é crescer a cada dia que passa.

O primeiro ano é conhecer os sabores dos alimentos. É o nascer dos primeiros dentinhos. É aprender a engatinhar, andar, dar gritinhos, balbuciar e falar uma palavrinha ou outra mesmo que não seja completa.

Para a mãe é a nova função pulsando no coração e ocupando cada centímetro da mente. É o parto, o puerpério e a amamentação. É conviver com a madrugada, cheirar leite, chorar de alegria e de cansaço. É entender o que significa ter um ser humano totalmente dependente e aprender a abraçar o corpo transformado. O primeiro ano é se acostumar a não ter tempo nem de se olhar no espelho e passar o dia com um coque no cabelo. É sentir em alguns momentos que passa em câmera lenta e em outros ter a sensação que passa em um piscar de olhos.

Mas o mais importante é que o primeiro ano é raiz, é alicerce, é base que se for construída com afeto e entrega a criança terá benefícios para o resto da vida.

O primeiro ano é tudo junto e misturado. É explosão de sentimentos. É ver um mini ser colocar a nossa vida de pernas pro ar, mas não conseguir mais viver sem ele.

Pra quem está nessa fase aproveita, depois a gente sente saudade. Para quem está completando os 365 dias feliz aniversário duplamente, afinal, o primeiro aniversário de um bebê é também o primeiro aniversário de uma mãe.

Texto: @mãeforadacaixa

Autora do Livro: “Mãe fora da caixa” de Thais Vilarinho.

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Introdução Alimentar

Na hora da introdução alimentar uma das maiores dúvidas é com relação ao bebê engasgar. Por isso, na hora de iniciar a introdução alimentar, você precisa tomar alguns cuidados, para dar maior segurança possível para seu filho e evitar maiores complicações. Para isso, verifique se o bebê está bem sentado, permita que seu bebê se concentre na comida sem ser pressionado ou distraído com celular, TV ou tablets, espere e respeite o tempo do seu filho, cada um reage de uma forma, o importante é entender os sinais e dar suporte para eles se encorajarem a dar esse passo.

Lembre sempre, o alimento amassado não ensina o bebê a mastigar ou a comer com segurança porque a comida é sugada diretamente para a parte de trás da boca e engolida, sem o estímulo da mastigação.

Os alimentos bem cozidos, e não pastosos, ajuda os bebês a aprender a mastigar com segurança, permitindo que eles explorem e progridem lentamente, no seu próprio ritmo.

Quando estamos fazendo introdução alimentar, a maior parte das vezes as orientações seguem que não podemos dar alimentos prontos. Quanto mais natural, sem envolver industrializados, embutidos, papinhas cheias de condimentos, e por aí vai. Mas será que com alimentos básicos, é possível fazer preparações mais elaboradas, sem fugir do que eles podem comer? Pensando nisso, vou passar uma sugestão de bolo, o qual nomeei de bolo de especiarias, lembrando que é sem glúten e sem adição de açúcar simples, segue a receita:

3 ovos

1 xícara de leite desnatado

1 xícara de azeite de oliva

6 bananas maçã picada

1 maçã verde ralada com casca

100g de ameixa seca sem caroço

100g de uvas passas

1 colher de chá de canela em pó

6 pedacinhos de cravo

2 1/2 xícaras de aveia em flocos

1 colher de sopa de fermento

Assar em fogo baixo

Por aproximadamente 30 minutos

O ideal é sempre observar, porque o tempo depende do seu forno.

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Como passar pelo sofrimento e voltar mais forte – uma mudança de perspectiva

É possível que nossas tragédias e mágoas na nossa vida nos impulsionem a nos recuperarmos? Poderíamos finalmente voltar em melhor forma do que éramos antes de sermos derrubados no chão? Absolutamente! Você também pode se recuperar. Eu sei que pode, porque conheço o Deus que pode te levar à RESILIÊNCIA!

O Senhor nos concede a capacidade de retornarmos ao nosso equilíbrio emocional, mesmo após sofrermos grandes pressões ou estresse. Conseguiremos lidar com todas as situações estressantes sem perder o EQUILÍBRIO, e se por acaso o perdermos em algum momento, logo o teremos de volta.

Falando de uma maneira bem simples, quanto mais resilientes nós formos, mais fortemente estaremos preparados para lidar com as adversidades da vida.

 

Resiliência: é a capacidade de manter-se firme diante das lutas. É ser capaz de enfrentar a adversidade e sair mais forte. Mas isso não quer dizer que você não vai se abalar, mas que mesmo ferido você não vai desistir.

 

Existem pessoas caracterizadas pela sua grande capacidade de resistência. Elas sabem que é impossível estar imune ao sofrimento e entendem que as tempestades que escurecem sua vida cotidiana também são oportunidades a serem afirmadas. Armam-se, portanto, com coragem e vão em frente.

A RESILIÊNCIA DE MARIA, A MÃE DE JESUS

Maria, a mãe de Jesus é um grandioso exemplo de resiliência.

Maria era ainda jovem, quando recebeu o anjo Gabriel lhe perguntando se ela aceitaria ser a mãe do Salvador. Mesmo sem saber como se daria todo o processo, Maria aceitou. Desde aquele momento, até o final de sua vida, Maria sofreu dores que não conseguimos sequer imaginar.

Ela sofreu a dor de separar-se jovem de sua família, morar em uma terra distante, fugir pelo deserto com seu esposo e filho… Como se não bastasse toda uma vida marcada por provações, Maria viu seu filho ser crucificado. Podem imaginar tamanha dor?

Maria foi resiliente em cada período de sua vida. Ela jamais desistiu de cumprir os propósitos e planos do Pai Celestial. Ela seguiu firme pela causa de Cristo.

A RESILIÊNCIA DE PAULO

“E disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales.”

 (Atos 18:9).

Paulo definitivamente foi chamado para sofrer pelo Evangelho de Cristo.

Em II Coríntios 11:25-27 lemos o quanto ele sofreu.

“Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo.

Em viagens, muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos.

Em trabalhos e fadiga, em vigílias, muitas vezes, em fome e sede, em jejum, muitas vezes, em frio e nudez.”

Em sua segunda viagem missionária Deus lhe deu essa palavra de ânimo (em Atos 18:9), pois ainda havia muito a ser feito. E muito ele ainda sofreu após essa injeção de ânimo.

Paulo passou sede, fome, frio e nudez, mas venceu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé.  Como podemos ler em II Timóteo 4:7. Apesar de todo o sofrimento enfrentado por Paulo sua fé estava intacta.

Paulo foi resiliente e não deixou que nada o abalasse. Ao fim de tudo permanecia firme em sua fé.

A RESILIÊNCIA DE JEREMIAS (conhecido como o profeta chorão)

“Não temas diante deles, porque estou contigo para te livrar, diz o Senhor.” (Jeremias 1:8)

Jeremias nasceu na cidade de Anatote no território de Benjamim, em aproximadamente 650 a.C., no período final do reinado do rei Manassés de Judá. Anatote era um vilarejo sacerdotal que ficava aproximadamente a três quilômetros de distância de Jerusalém (Js 21:17-18; Jr 11:21-23).

Quando o rei Manassés morreu, provavelmente Jeremias tinha cerca de 10 anos de idade. Amom, o filho de Manassés, governou por 2 anos entre 642 e 640 a.C. (2Rs 21:19-26).

Depois, quem assumiu o trono foi o jovem Josias, que governou entre 640 e 609 a.C. Jeremias foi chamado pelo Senhor como profeta no décimo terceiro ano de reinado de Josias, em 627 a.C. Na descrição de sua convocação, podemos perceber a forma soberana com que Deus o chamou:

“Antes que te formasse no ventre, te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei, e às nações te dei por profeta.” (Jeremias 1:5)

A resposta de Jeremias diante do chamado de Deus foi a de que ele era incapaz para desempenhar tal tarefa, pois não passava de um menino. Além de pouca idade, o jovem foi chamado em um período de profunda desobediência e idolatria de Judá. Ele não era covarde, mas temeu porque sua missão era muito árdua.

Sofreu muito e viveu só, pois chamou o povo ao arrependimento para evitar o juízo de Deus, mas o povo não lhe deu ouvidos. O povo deveria se render diante do inimigo se quisesse se manter vivo.

Por causa do seu chamado foi preso e teve sua vida sob ameaça várias vezes, pois o que ele profetizava ia contra os líderes da época.

Jeremias temeu, mas não perdeu sua fé e confiança em Deus. Jeremias não deixou que nada, nem ninguém o separassem de Deus.

A RESILIÊNCIA DE EZEQUIEL

“Filho do homem, eis que tirarei de ti o desejo dos teus olhos de um golpe, mas não lamentarás, nem chorarás, nem te correrão as lágrimas.” (Ezequiel 24:16).

Deus avisou para Ezequiel que iria levar a sua amada esposa, mas o proibiu de lamentar a sua perda. Ele não poderia tirar um período para o luto.

Mas isso não significa que não podemos sentir a perda de um ente querido.

Deus queria usar a conduta do profeta como a ilustração de uma profecia que Ele queria passar para o povo.

O mundo está olhando como nos comportamos diante das lutas e às vezes passamos por determinadas circunstâncias para que as obras de Deus sejam conhecidas.

Ser profeta de Deus não é algo fácil!  E não foi nem um pouco fácil também para o profeta Ezequiel.

Nós precisamos de resiliência para obedecer a Deus mesmo diante da dor da morte daqueles a quem amamos.

O que podemos tirar de conclusão:

– Elas sabem como se adaptar às mudanças

Pessoas resilientes são como juncos: elas são flexíveis quando o vento bate forte nelas. Elas sabem que ir contra as circunstâncias fará com que percam sua energia e preferem manter a mente aberta diante de diferentes opiniões e situações.

Elas giram em torno de seus pontos fortes.

Elas usam seu desejo de lutar, sua motivação, suas habilidades e seu esforço como um motor para seguir em frente. Mas acima de tudo elas se respeitam e cuidam de si mesmas, porque sabem que o conhecimento mútuo é o passo fundamental para crescer e construir relacionamentos saudáveis com os outros.

– Elas sabem que é necessário aceitar seguir em frente

Pessoas resilientes sabem que aceitar é sinônimo de progresso e mudança. Porque somente quando aceitamos o que acontece conosco podemos começar a trabalhar para melhorar.

Pessoas resilientes sabem que aceitar significa entender, encarar e não desistir.

– Elas acreditam que ninguém é imune ao sofrimento

Ser resiliente não significa não ter feridas, significa que, apesar de sua presença na alma, a situação adversa tem sido um tanto instrutiva. A pessoa resiliente é capaz de aceitar a dor e, em vez de se sentir oprimida por ela, opta por aprender.

As histórias são diferentes entre si. No entanto, o aprendizado que delas tiramos é de que não importa o que venha a acontecer, podemos decidir permanecer firmes em nossa fé.

Ou seja, após receber essa palavra de Deus ele agiu, ele se dispôs a suportar a pressão. E você? Qual tem sido a sua decisão?

Decisão: Ser Resiliente em toda e qualquer situação!

Temos um Deus que nos conhece e que não permite que passemos por dificuldades ou tentações que não possamos suportar. Assim sendo, por mais que o vento sopre, mesmo quando parecemos estar perto de quebrar, devemos continuar firmes!

Paulo diz que o Espírito de Deus que habita em nós, vasos de barro que somos, nos torna poderosos em Deus para resistir, não desanimar, e ainda produzir em nós uma glória eterna: Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós. De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno. (II Coríntios 4.7-9,16-18).

 

 

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CORONAVÍRUS: SEU EGOÍSMO PODE MATAR

A pandemia de Sars-Cov-2 tornou uma característica humana claramente visível: o egoísmo. O “eu em primeiro lugar” parece ser uma mentalidade comum em tempos de quarentena. Apesar dos inúmeros apelos oficiais para os cuidados necessários do controle da pandemia, infelizmente, nossa realidade é desastrosa e impactante!!

O egoísmo nunca pode ser considerado bom, já que ele sempre está ligado a prejudicar o outro. Não há problema nenhum em pensar em si, em olhar para o que realmente importa e tentar resolver. O problema é que as pessoas costumam confundir amor-próprio com egoísmo.

O balanço entre pânico e inércia é difícil de acertar, pois nunca vivemos uma situação assim. Mas o importante é que todo mundo reconheça: desta vez não é como nas últimas vezes. Não é dengue, nem H1N1, nem febre amarela, e precisamos estar dispostos a mudar radicalmente nossos modos de vida – e talvez até o jeito que pensamos sobre a sociedade em que vivemos. E a razão, provavelmente, não é para proteger a si mesmo, mas para ajudar a sociedade como um todo e as pessoas mais frágeis e expostas.

É HORA DE PENSAR NOS OUTROS DE FATO!!

É socialmente irresponsável – uma negligência absurda – dizer e pensar “isso não vai me afetar”, “eu não vou mudar a minha vida por causa disso” ou “não faço parte de grupos de alto risco, então estou de boa”.

É responsabilidade de todos levantar nossas vozes quando vemos esse tipo de discurso e corrigi-lo, fechar os olhos para esse tipo de individualismo agora também é contribuir para sua existência.

Enquanto escrevo isso, vários novos casos vão sendo confirmados, município, estado e país, com o novo coronavírus (e muito mais gente assintomática está andando nas ruas).

O número por aqui vai aumentar dramaticamente nos próximos dias e a pressão no sistema de saúde também.

O único método que temos para conter os estragos e as mortes é a conscientização em reduzir o contato social – e isso é algo que todos nós podemos fazer.

Mas o comportamento da maioria das pessoas, na verdade: ele prefere viver negando os fatos até que alguém próximo ou ele mesmo tenha contato com o vírus. O problema é que se todo mundo espera para ter contato com o vírus para tomar medidas preventivas, elas já não serão mais preventivas. Já era.

Mas qual é o efeito de tudo isso? O vírus vai se espalhar de qualquer forma, né? Vai, A DIFERENÇA ESTÁ NAS TAXAS DE MORTALIDADE!

Estamos juntos nisso, goste você ou não. Agora temos um inimigo maior em comum.

SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE NESTE MOMENTO CRÍTICO!

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