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Na fronteira de MS, médicos e enfermeiras usam até cavalos para atender pacientes

Por Paulo Henrique em 03/05/2021 às 09:56:28

Enfermeira, com cavalo emprestado por paciente, leva vacinação até as aldeias - Arquivo pessoal/Redes sociais

Para conseguirem chegar até as aldeias e comunidades rurais de Capitan Bado, cidade paraguaias localizada na fronteira com Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul, médicos e enfermeiros da USF (Unidade de Saúde Familiar) precisam percorrer cerca de 15 quilômetros. Muitos deles utilizam até cavalos como meio de transporte.

A tarefa é di√°ria e come√ßa assim que o dia amanhece. Como as √°reas s√£o de difícil acessos, com estradas praticamente intransit√°veis, principalmente nas 14 comunidades indígenas da regi√£o, todo o esfor√ßo é valido para conseguir prestar atendimento às popula√ß√Ķes mais necessitadas.

??Fazemos de tudo para chegar aos nossos pacientes. Alguns deles às vezes nos emprestam motos, outras vezes vamos a cavalo ou até mesmo a pé. S√£o muito atenciosos com a gente", comentou a médica Claudia Collar, encarregada da Unidade Móvel de Saúde Indígena da cidade.

Para conseguir atender as famílias que est√£o em lugares com estradas muito ruins, recentemente auxiliar da unidade sanit√°ria, Pablina Lopez, contou com um cavalo emprestado por um de seus pacientes para conseguir levar doses de vacinas em um isopor.

A médica explicou, ainda, que antes eles iam às escolas para atender as comunidades, mas agora, com a pandemia, os profissionais da saúde v√£o em busca de pacientes casa por casa para verificar a press√£o arterial, aplicar vacinas e prestar outros atendimentos mais urgentes.

Fonte: Tá na mídia Naviraí

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