Exportações de Mato Grosso do Sul somam US$ 4,232 bilhões nos sete meses do ano

As exportações em Mato Grosso do Sul somaram US$ 4,232 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Já as importações chegaram a US$ 1,340 bilhão.

Com isso, o saldo fica em US$ 2,8 bilhões, o que representa 16,5% a mais se comparar com o mesmo período do ano passado.

Os dados foram divulgados ontem, quinta-feira (05) pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, conforme análise feita pela equipe econômica da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

A soja em grão se destaca nas exportações, sendo responsável por 40,91% do total de Mato Grosso do Sul, com US$ 1.731.624 e 4.128.511 toneladas.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento foi de 25,82%.

Em seguida está a Celulose com 20,21%, sendo US$ 855.600 e 2.401.122 toneladas. Se comparado ao ano passado, teve queda de 16,7%.

Carne bovina e outros produtos de carne teve variação de 12,22%, entre US$ 517.422 e 126.801 toneladas.

 

O milho teve participação de 2,46% na balança comercial e crescimento de 139% no faturamento das exportações, ficando em oitavo no ranking.

“Assim como a soja, o milho é sazonal, o que significa que o volume enviado ao mercado externo oscila ao longo do ano. Com o fim da safra a tendência é as vendas aumentarem”, destacou o titular da Semagro, secretário Jaime Verruck.

Já o açúcar passou de 2,4% para 4,39% na participação na balança comercial em 2021, com aumento de 115% no faturamento das vendas ao mercado externo.

A China continua sendo um dos principais destinos de exportação, sendo responsável por comprar 50,5% de tudo que o Estado exporta.

Neste ano, elevou em 15,5% as importações. Em seguida está Estados Unidos que aumentaram 36% a compra de produtos estaduais e representam 4,76% do mercado.

IMPORTAÇÃO

Em se tratando das importações, o petróleo e o gás natural estão em primeiro, com variação de 42,25% entre US$ 566.417 e 3.147.429 de toneladas.

No entanto, o produto apresentou queda de 6,76% no faturamento do combustível, se comparado ao mesmo período do ano passado.

 

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